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Tratamento para Ptose Palpebral: opções cirúrgicas e não cirúrgicas

  • Tatiana Ribeiro
  • 12 de jan.
  • 2 min de leitura

A ptose palpebral é caracterizada pela queda anormal de uma ou ambas as pálpebras superiores, podendo comprometer tanto a estética facial quanto a função visual.

Essa condição pode ser congênita (presente desde o nascimento) ou adquirida ao longo da vida, estando associada ao envelhecimento, traumatismos, doenças neuromusculares ou a complicações de cirurgias oculares prévias.


O principal objetivo do tratamento é restaurar a simetria e a abertura adequada dos olhos, promovendo melhora funcional da visão e harmonia estética.


Opções não cirúrgicas


Nos casos leves, especialmente quando há contraindicação cirúrgica ou ausência de comprometimento visual, algumas medidas podem ser consideradas:

• Uso de colírios com agonistas alfa-adrenérgicos, que promovem elevação discreta e temporária da pálpebra superior;

• Acompanhamento clínico e seguimento com especialistas, como neurologista ou outros médicos, nos casos em que a ptose tem origem neuromuscular;

• Monitorização em crianças pequenas ou pacientes com ptose leve, quando não há prejuízo do eixo visual ou risco funcional.



Tratamento cirúrgico


Quando a ptose interfere na visão ou causa impacto estético significativo, o tratamento cirúrgico é a opção mais indicada.


Existem diferentes técnicas cirúrgicas, escolhidas de acordo com a causa, a gravidade da ptose e a função do músculo levantador da pálpebra superior:

• Ressecção ou encurtamento do músculo levantador, indicada quando há boa função muscular;

• Reinserção do músculo levantador da pálpebra superior, técnica frequentemente utilizada nos casos de ptose adquirida, como a relacionada ao envelhecimento, na qual o músculo é reposicionado ao seu local de origem para restaurar sua eficiência e melhorar a abertura ocular;

• Suspensão frontal, indicada quando o músculo levantador apresenta função muito fraca ou está ausente, utilizando o músculo frontal (da testa) para auxiliar na elevação da pálpebra.


A escolha da técnica ideal é feita após uma avaliação detalhada, que inclui exame oftalmológico completo e análise criteriosa da função do músculo levantador.


A correção da ptose palpebral é um procedimento delicado e deve ser realizada por um cirurgião plástico ocular, profissional capacitado para tratar tanto os aspectos funcionais quanto estéticos das pálpebras, garantindo resultados seguros, naturais e equilibrados.

 
 
 

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